Empreender é…

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Conheça a história de alunos empreendedores do Colégio Amplação

Muito se fala em empreender. Buscar seus objetivos, seus sonhos. Empreender é resiliência. É viver para, de certa maneira, mudar o mundo. É planejar. É ter metas. É trabalho duro, criativo. É ter coragem, ousadia, determinação. É produzir novas ideias. É ter visão e imaginação. É usar seu talento para criar algo diferente, com comprometimento e dedicação. 

O conceito de empreendedorismo está cada vez mais ganhando espaço nas escolas, que estimulam e incentivam seus alunos a identificar oportunidades, a pensar e agir de forma inovadora.

O Colégio Amplação está no rol dessas escolas que orientam os alunos a desenvolver habilidades empreendedoras, auxiliando na independência e preparo para o mundo adulto e profissional. Ninguém nasce empreendedor, mas com incentivo a vontade de empreender desperta.

Nossos empreendedores

O Colégio Amplação apresenta seis histórias de alunos empreendedores. Eles contam como abrir um negócio. Aconselham a todos a nunca deixar de buscar realizar seus sonhos.

Stephanie Milena Xavier Luvisa

Há 3 anos, Stephanie Milena entrou para o mundo dos slimes. Começou a assistir os vídeos no canal do YouTube, depois a fazer alguns protótipos, até que achou interessante criar sua própria marca. E nasceu a @luvs.slime. “Tenho meus segredos de fazer, faço com meu jeitinho e com muito carinho para conseguir agradar a todos”. Aos 12 anos de idade, ela se considera bastante empreendedora. Quer ser médica e prescreve para os jovens: “Acreditem em seus sonhos e realizem suas próprias ideias”. Stephanie está no 7º ano e recentemente voltou dos Estados Unidos, onde apresentou sua criação em uma feita de slimes.  Confira a matéria no Domingo Espetacular, sobre slimers do mundo inteiro em que aparece nossa pequena estrela

https://recordtv.r7.com/domingo-espetacular/videos/feras-mundiais-do-slime-se-reunem-em-evento-nos-estados-unidos-07042019

Rafaella Noviski Rodrigues

Aos 11 anos, Rafaella Noviski Rodrigues, aluna do 6º ano, é dona da grife de bijuterias RR Custom Stone. Ela cria e confecciona as peças com todo o apoio da família e do Colégio Amplação. Quer estudar pedagogia porque quer ter sua escola. Mas o design também está em seus planos. Aos jovens empreendedores, Rafaella recomenda: “Não tenha medo de dar os primeiros passos em direção a realização do seu sonho. Seja sempre inovador”.

Lucas Gabriel Vieira

Byonger Co é a grife de Lucas Gabriel Vieira, 16 anos. “A ideia de uma marca de roupas street wear surgiu a partir do momento de ascensão das marcas do “hype” que abriram campo para outras iniciativas como a minha”, conta. Ele e o sócio desenham as peças e levam para um profissional de serigrafia aplicar a estampa. Lucas se considera um jovem empreendedor, e tem visão de negócios. “Desde o início fizemos metas de lucro”. O aluno do Amplação destaca que a escola apoiou o projeto e vestiu a camisa, e com a família não foi diferente. “O relacionamento de empreendedorismo se tornou um assunto nos jantares diários”. Para ele, a criação de conteúdo nas redes sociais é a forma mais viável de venda, e também a mais eficaz. Lucas quer seguir no mundo dos negócios, vai cursar ciências econômicas e fazer pós-graduação em engenharia financeira. Para os colegas que querem seguir pelos trilhos do empreendedorismo, aconselha: “Corram atrás. É necessário ter uma mentalidade positiva e uma educação financeira para ser mandante nos projetos do futuro, e quanto mais cedo começar, melhor será o processo e continuadamente a experiência”.

Isabella e Luana

Isabella Menezes e Luana Gomes estão no 3º ano do Ensino Médio, e lançaram a marca de camisetas Hallo. Elas desenham as peças e mandam para o fabricante, que entrega o produto pronto.  Toda a renda com a venda das camisetas é investida no negócio. Para elas, as famílias incentivam e ajudam a planejar tudo da melhor maneira possível. Isabella e Luana, que têm 17 anos, fazem das redes sociais sua ferramenta de marketing.  Acreditam que é muito importante todo mundo ter uma idealização do seu futuro com seu próprio empreendimento. “É uma forma muito boa de começar a ter noção do funcionamento do mercado de trabalho e suas fases, que todos tenham essa experiência para poder criar uma noção pessoal da realidade que vivemos e que devemos nos habituar para podermos crescer como profissionais”, sublinham.

Anna Beatriz de Melo Martins

Desde pequena Anna Beatriz de Melo Martins, 13 anos, sempre gostou de produzir e criar. “Comecei com um negócio de acessórios em geral, fazia laços e tiaras para vender para as minha amigas, família, depois de um tempo descobri o mundo das pulseiras colares e bijuterias, e então expandi meu público comprador e abri minha marca, a Anna Bia Acessório”. Toda a produção é artesanal. “Além de ter lucro, confeccionar os acessórios é uma alternativa de passar o tempo livre e fazer coisas produtivas durante o tempo de ociosidade”, confessa, e admite que não mede esforços para que seu negócio prospere. E está de olho nas tendências do mercado fashion. Anna cursa o 8º ano e destaca que a escola foi o começo de tudo, “afinal o negócio se iniciou com a venda para meus amigos”. E também o Amplação acolheu seu negócio e impulsionou para a loja do colégio. Parar ela, hoje em dia a rede social é uma ótima forma de atingir um público maior. “Você usa como uma forma de venda, e são a melhor forma de impulsionar um negócio”. Outro sonho também faz parte da vida de Anna: quer estudar medicina. Pensa que todos as pessoas têm potencial para produzir algo. “Pegue algo que você é bom e coloque em prática que você consegue; passamos tanto tempo sem fazer nada, vamos produzir mais, nós somos o futuro, seu pequeno negócio hoje será o grande amanhã”, ensina.

Gabrielle Brodhage e Julia Ortolani

“Nós vimos na internet um vídeo sobre uma meleca super divertida. Como tínhamos todos os ingredientes em casa, decidimos criar a nossa marca de slime”, contam as alunas Julia Ortolani e Gabrielle Brodhage, de 12 anos. E hoje elas administram a @ortolanislimes e a @slimeshopcuritiba, respectivamente. Elas vendem a produção em encontros e divulgam as marcas em post nas redes sociais. “Brincamos e nos divertimos muito. O mais legal é que ela pode ficar do seu jeitinho”. Julia conta que a família adorou a ideia! “Eles sempre me apoiam e me ajudam com ideias e nas vendas. A escola achou essa nova “modinha” super legal. Foi lá que começamos o nosso negócio”. Gabrielle lembra que “elas começaram a fazer por brincadeira e depois criamos nossa conta juntas, devido à falta de tempo de estar sempre juntas, cada uma criou a sua conta”. As duas ensinam que existem vários tipos de slime e o legal é que podemos colocar glitter, corantes, entre outros acessórios. Julia quer ser juíza e aconselha os jovens a “não desistirem de seus sonhos. Tenham um objetivo e, se for consciente, vão alcançá-lo”. Gabrielle acredita que as pessoas devem fazer as coisas com amor. “Se dediquem e se não der certo no começo, continue tentando. Foi assim comigo, antes não vendia muito, fui me dedicando e agora vendo muitas”, destaca.

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